Fazer a Diferença

A Sra. Teresa, em seu primeiro dia de aula, parou em frente aos seus alunos da quinta série primária e, como os demais professores, disse-lhes que gostava de todos por igual.

No entanto, ela sabia que isto era quase impossível, já que na primeira fila estava sentado um pequeno garoto chamado Ricardo. A professora havia observado que ele não se dava bem com os colegas de classe e muitas vezes suas roupas estavam sujas e cheiravam mal.

Houve até momentos em que ela sentia prazer em lhe dar notas vermelhas ao corrigir suas provas e trabalhos. Ao iniciar o ano letivo, era solicitado a cada professor que lesse com atenção a ficha escolar dos alunos para tomar conhecimento das anotações feitas em cada ano.

A Sra. Teresa deixou a ficha de Ricardo por último. Mas quando a leu foi grande a sua surpresa. A professora do primeiro ano escolar de Ricardo havia anotado o seguinte: Ricardo é um menino brilhante e simpático.

Seus trabalhos sempre estão em ordem e muito nítidos. Tem bons modos e é muito agradável estar perto dele.
A professora do segundo ano escreveu: Ricardo é u aluno excelente e muito querido por seus colegas, mas tem estado preocupado com sua mãe que está com uma doença grave e desenganada pelos médicos. A vida em seu lar deve estar sendo muito difícil.

Da professora do terceiro ano constava a anotação seguinte: a morte de sua mãe foi um golpe muito dura para Ricardo. Ele procura fazer o melhor, mas seu pai não tem nenhum interesse e logo sua vida será prejudicada se ninguém tomar providências para ajudá-lo.

A professora do quarto ano escreveu: Ricardo ainda muito distraído e não mostra interesse algum pelos estudos. Tem poucos amigos e muitas vezes dorme na sala de aula. A Sra. Teresa se deu conta do problema e ficou terrivelmente envergonhada.

Sentiu-se ainda pior quando lembrou dos presentes do dia do professor que os alunos lhe haviam dado, envoltos em papéis coloridos, exceto o de Ricardo, que estava enrolado num papel marrom de supermercado. Lembrou-se de que abriu o pacote com tristeza, enquanto os outros garotos riam ao ver uma pulseira faltando algumas pedras e um vidro de perfume pela metade.

Apesar das piadas ela disse que o presente era precioso e pôs a pulseira no braço e um pouco de perfume sobre a mão. Naquela ocasião Ricardo ficou um pouco mais na escola que de costume. Lembrou-se ainda que Ricardo lhe disse que ela estava cheirosa como a mãe.

Naquele dia, depois que todos se foram, a professora Teresa chorou por longo tempo… Em seguida, decidiu mudar sua maneira de ensinar e passou a dar mais atenção aos seus alunos, especialmente a Ricardo.

Com o passar do tempo ela notou que o garoto só melhorava. E quanto mais ela lhe dava carinho e atenção, mais ele se animava. Ao finalizar o ano letivo, Ricardo saiu como o melhor da classe. Um ano mais tarde a Sra. Teresa recebeu uma notícia em que Ricardo lhe dizia que ela era a melhor professora que teve na vida.

Seis anos depois, recebeu outra carta de Ricardo contando que havia concluído o segundo grau e que ela continuava sendo a melhor professora que tivera. As notícias se repetiam até que um dia ela recebeu uma carta assinada pelo Dr. Ricardo Stoddrad, seu antigo aluno, mais conhecido como Ricardo.
Mas a história não terminou aqui. A Sra. Teresa recebeu outra carta em que Ricardo a convidava para seu casamento e noticiava a morte de seu pai.

Ela aceitou o convite e no dia do casamento estava usando a pulseira que ganhou de Ricardo anos antes, e também o perfume. Quando os dois se encontraram, abraçaram-se por longo tempo e Ricardo lhe disse ao ouvido: obrigado por acreditar em mim e me fazer sentir importante, demonstrando-me que posso fazer a diferença.

Mas ela, com os olhos banhados em pranto sussurrou baixinho: você está enganado! Foi você que me ensinou que eu podia fazer a diferença, afinal eu não sabia ensinar até que o conheci. Mais do que ensinar a ler e escrever, explicar matemática e outras matérias, é preciso ouvir os apelos silenciosos que ecoam na alma do educando.

Mais do que avaliar provas e dar notas, é importante ensinar com amor mostrando que sempre é possível fazer a diferença… Como diz Nathaniel Branden em seu livro de auto-estima, o professor que não opera num nível apropriado de consciência não pode ser modelo de vida consciente para seus alunos.

O professor que não aceita a si mesmo não conseguirá comunicar com sucesso a auto-aceitação. O professor que não é responsável por si mesmo terá dificuldade de convencer seus alunos quanto ao valor da responsabilidade pessoal.

O professor que teme ser assertivo não inspirará a prática da auto-afirmação em seus alunos. O professor que não tem propósitos não é melhor porta-voz da prática de viver intencionalmente. O Professor que não tem integridade estará gravemente limitado para inspirá-la em seus alunos.

Se o objetivo do professor é nutrir a auto-estima naqueles que foram confiados a seus cuidados – bem como a dos pais, dos psicoterapeutas, de todos nós – ele deve começar trabalhando consigo mesmo. Um dos palcos onde isso pode ser feito é a sala de aula.

Assim como criar filhos, também ensinar pode ser uma disciplina espiritual, um caminho para o desenvolvimento pessoal. Os desafios que uma e outra tarefa apresentam podem se transformar em veículos para o crescimento pessoal.

Quem Tem Experiência?


Num processo de seleção da Volkswagen, os candidatos deveriam responder a seguinte pergunta: “-Você tem experiência?”

A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos. Ele foi aprovado e seu texto está fazendo sucesso, e ele com certeza será sempre lembrado por sua criatividade, sua poesia, e acima de tudo por sua alma.

REDAÇÃO VENCEDORA:

Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar, já me queimei brincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto, já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo.

Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora. Já passei trote por telefone. Já tomei banho de chuva e acabei me viciando.

Já roubei beijo. Já confundi sentimentos. Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido.

Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro, já me cortei fazendo a barba apressado, já chorei ouvindo música no ônibus.

Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer. Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas, já subi em árvore pra roubar fruta, já caí da escada de bunda.

Já fiz juras eternas, já escrevi no muro da escola, já chorei sentado no chão do banheiro, já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante.

Já corri pra não deixar alguém chorando, já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só. Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado, já me joguei na piscina sem vontade de voltar, já bebi uísque até sentir dormente meus lábios, já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.

Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso, já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial. Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar. Já apostei em correr descalço na rua, já gritei de felicidade, já roubei rosas num enorme jardim.

Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um “para sempre” pela metade. Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol, já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão. Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados numa base, chamada coração.

E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita:

“Qual sua experiência?”

Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência… experiência…

Será que ser “plantador de sorrisos” é uma boa experiência? Não!!!

Talvez eles não saibam ainda colher sonhos! Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta:

Experiência? Quem a tem, se a todo momento tudo se renova?”.

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Versão da Depilação Masculina

Estava eu assistindo TV numa tarde de domingo, naquele horário em que não se pode inventar nada o que fazer, pois no outro dia é segunda-feira, quando minha esposa deitou ao meu lado e ficou brincando com minhas “partes”.

Após alguns minutos ela veio com a seguinte idéia:
- Por que não depilamos seus ovinhos, assim eu poderia fazer “outras coisas” com eles!

Aquela frase foi igual um sino na minha cabeça. Por alguns segundos fiquei imaginando o que seriam “outras coisas”. Respondi que não, que doeria…Coisa e tal, mas ela veio com argumentos sobre as novas técnicas de depilação e eu não tive mais como negar.

Concordei.Ela me pediu que ficasse pelado enquanto buscaria os equipamentos necessários para tal feito. Fiquei olhando para TV, porém minha mente estava vagando pelas novas sensações que só acordei quando escutei o beep do microondas.Ela voltou ao quarto com um pote de cera, uma espátula e alguns pedaços de plástico. Achei meio estranho aqueles equipamentos, mas ela estava com um ar de “dona da situação” que deixaria qualquer médico urologista sentindo-secomo residente.Fiquei tranqüilo e autorizei o restante do processo.Pediu para que eu ficasse numa posição de quase-frango-assado e liberasse o acesso a zona do agrião. Pegou meus ovinhos como quem pega duas bolinhas de porcelana e começou a passar cera morna. Achei aquela sensação maravilhosa!O Sr.Pinto já estava todo “pimpão” como quem diz: “Sou o próximo da fila”!Pelo início, fiquei imaginando quais seriam as “outras coisas” que viriam.

Após estarem completamente besuntados de cera, ela embrulhou ambos no plástico com tanto cuidado que eu achei que iria levá-los para viajem.Fiquei imaginando onde ela teria aprendido essa técnica de prazer: Na Tailândia, na China ou pela Internet mesmo. Porém, alguns segundos depois ela esticou o saquinho para um lado e deu um puxão repentino. Todas as novassensações foram trocadas por um sonoro PUTA QUE O PARIU quase falado letra por letra. Olhei para o plástico para ver se o couro do meu saco não tinha ficado grudado na cera. Ela disse que ainda restaram alguns pelinhos e que precisava passar de novo.Respondi prontamente: Se depender de mim eles vão ficar aí para a eternidade! Segurei o Dr. Esquerdo e o Dr. Direito em minhas respectivas mãos, como quem segura os últimos ovos da mais bela ave amazônica em extinção, e fui para o banheiro. Sentia o coração bater nos ovos. Abri o chuveiro e foi a primeira vez que eu molho o saco antes de molhar a cabeça.

Passei alguns minutos só deixando a água escorrer pelo meu corpo.Saí do banho, mas nesses momentos de dor qualquer homem vira um bebezinhonovo: Faz merda atrás de merda. Peguei meu gel pós-barba com camomila “que acalma a pele”, enchi as mãos e passei nos ovos. Foi como se tivesse passado molho de pimenta. Sentei na privada, peguei a toalha de rosto e fiquei abanando os ovos como quem abana um boxeador no 10° round. Olhei para meupinto. Ele era tão alegrinho minutos atrás, estava tão pequeno que mais parecia que eu tinha saído de uma piscina 5 graus abaixo de zero.Nesse momento minha esposa bate na porta do banheiro e perguntou o que estava acontecendo. Aquela voz antes aveludada ficou igual um carrasco mandando eu entregar todos os políticos do PSDB e do DEM para a forca.

Saí do banheiro e voltei para o quarto. Ela estava argumentando que os pelos tinham saído pelas raízes, que demorariam voltar a nascer. “Pela espessura da pele do meu saco, meus netos irão nascer sem pelos nos ovos”, respondi.Ela pediu para olhar como estavam. Eu falei para olhar com meio metro de distância e sem tocar em nada!Vesti a camiseta e fui dormir (somente de camiseta). No outro dia pela manhã fui me arrumar para ir trabalhar. Os ovos estavam mais calmos, porém mais vermelhos que tomates maduros. Foi estranho sentir o vento bater em lugares nunca antes visitados.

Tentei colocar a cueca, mas nada feito. Procurei alguma cueca de veludo e nada. Vesti a calça mais folgada que achei no armário e fui trabalhar sem cueca mesmo.Entrei na minha seção andando igual um cow-boy cagado. Falei bom dia para todos, mas sem olhar nos olhos. E passei o dia inteiro trabalhando em pé com receio de encostar os tomates maduros em qualquer superfície.Resultado: “Certas coisas devem ser feitas somente pelas mulheres. Não adianta tentar misturar os universos masculino e feminino”.

Fonte: Rodrigo José | Autor: Desconhecido

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Como os morandos!

Um sujeito estava caido em um barranco, e se agarrou às raizes de uma árvore. Em cima do barranco, havia um urso imenso querendo devorá-lo. O urso rosnava, mostrava os dentes, babava de anciedade pelo “prato” que tinha à sua frente. Embaixo, prontas para engoli-lo quando caisse, estavam nada menos do que seis onças absolutamente famintas. Ele ergia a cabeça, e via o urso rosnando.
Quando o urso dava uma folga, ouvia o urro das onças, próximas dos seus pés. As onças embaixo querendo comê-lo, e o urso, em cima, querendo devorá-lo. Em determinado momento, ele olhou para o lado esquerdo e viu um morango bem vermelho, lindo, com escamas douradas refletindo o sol. Num esforço supremo, apoiou o seu corpo, sustentendo-se apenas com a mão direita, e com a esquerda, pegou o morango. Quando pôde olhá-lo melhor, ficou inebriado com sua beleza. Então levou o morango à boca e se deliciou com seu sabor doce e suculento. Foi um prazer supremo comer aquele morango tão gostoso. Deu para entender?
Talvez você pergunte: “Mas, e o urso?”
-Esqueça o urso. Coma o morango!
E as onças?
-Azar des onças. Coma o morango!!!
RELAXE E VIVA UM DIA DE CADA VEZ! COMA O MORANGO! Problemas acontecem na vida de todos nós, até o último suspiro.
Sempre existirão ursos querendo comer nossas cabeças e onças pulando para nos pegar pelos pés. Isso faz parte da vida e é importante que saibamos viver dentro desse cenário; mas precisamos saber comer os morangos. Sempre. A gente não pode deixar de comê-los só porque existem onças e ursos. Você pode argumentar:
“Mas eu não consigo…Existem muitos problemas para serem resolvidos”. Problemas não impedem ninguém de ser feliz.
Saboreie os bons momentos. São esses momentos de descontração que o ajudarão a enfrentar os problemas. Não perca tempo ficando aborrecido ou de mau humor. A vida está acontecendo agora.
Nesse exato momento deve haver um morango esperando por você.
O melhor momento para ser feliz é agora!
O futuro é uma inlusão que sempre será diferente do que imaginamos.
As pessoas visualizam metas e, quando as realizam, descobrem que elas não trouxeram a felicidade. Passam, então a esperar o dia em que alcançarão algo que as deixará felizes. Elas esquecem que a felicidade é construida todos os dias. A felicidade não é algo que você vai conquistar fora de você…A felicidade vive dentro de você, do seu coração…A felicidade é a maneira como você vê a vida…A felicidade não se compra…
Eu aqui do meu canto, torço para que você descubra sua maneira de ser feliz.
A minha dica é que comece procurando a Deus…esse é o inicio da felicidade.

Autor: Desconhecido

Homens

Coração de mulher é como circo:
Sempre tem lugar pra mais um palhaço.

O que se deve dar a um homem que pensa que tem tudo?
Uma mulher pra ensiná-lo como funciona!

Por que as aranhas viúvas-negras matam o macho depois da copula?
Para se livrar do ronco antes que ele comece.

Como se chama um homem interessante no Brasil?
Turista.

Por que Deus criou o homem?
Por que vibradores não cortam a grama.

O que têm em comum o clitóris, os aniversários e o vaso sanitário?
Os homens sempre erram.

Por que muitas mulheres fingem o orgasmo?
Porque muitos homens fingem preliminares.

Por que apenas 10% dos homens vão para o céu?
Porque se todos fossem, seria o inferno.

Qual a diferença entre homens e porcos?
Porcos não viram homens quando bebem.

Qual a diferença entre um homem e um papagaio?
Um papagaio aprende a falar cordialmente.

O que as mulheres mais odeiam ouvir quando estão tendo sexo de boa qualidade?
Queriiida, cheguei…

Por que homem na cama é como comida de microondas?
Porque em 30 segundos está pronto!

Que doença paralisa as mulheres da cintura para baixo?
Casamento.

O que aconteceu à mulher que conseguiu entender os homens?
Morreu de tanto rir e nem teve tempo de contar a ninguém

Por que os homens têm a consciência limpa ?
Porque nunca a usam…

O que acontece com um homem quando ele engole uma mosca viva?
Fica com mais neurônios ativos no estômago do que no cérebro!!!

Por que Deus criou primeiro o homem, e depois a mulher?
Por que as experiências são feitas primeiro com animais e depois com humanos!!!

O que Deus disse depois de criar o homem?
Creio que posso aperfeiçoa-lo…

Por que os homens gostam de mulheres inteligentes?
Porque os opostos se atraem!

Qual o livro mais fino do mundo?
“Tudo que os homens sabem sobre as mulheres”

Qual a diferença entre os homens e as frutas?
Um dia, as frutas amadurecem…

Por que as pilhas são melhores que os homens?
Porque elas tem um lado positivo.

Qual a semelhança entre o homem e o caracol?
Ambos se arrastam, têm chifres, e acreditam que a “casa” é deles!!!

Por que um homem não pode ser bom carácter e inteligente ao mesmo tempo?
Porque assim seria uma mulher!!!

Por que são necessários milhões de espermatozóides para fertilizar um único óvulo?
Porque os espermatozóides são masculinos e nunca perguntam o caminho!!!
Dizem que o óvulo, sendo feminino, não se agarram com qualquer um…

Quando é que um homem perde 90% de sua inteligência?
Quando fica viúvo.

E quando é que um homem perde os 10% restantes?
Quando morre seu cachorro.

Fonte: Cristina Costa | Autor: Desconhecido

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Código Oficial dos Cafajestes

CAPÍTULO I

Artigo 1º

Não ter nenhum princípio.

Artigo 2º
Homem não trai, distrai-se.

Artigo 3º
Nunca se deve bater em uma mulher - ela pode se apaixonar.

Artigo 4º
O que é bom a gente "cata" e mostra; o que é ruim a gente só não mostra.

Artigo 5º
Usar sempre as velhas desculpas:
a) Mas eu te Amo;
b) Não vai doer nada;
c) Nunca vou te deixar;
d) Eu estava bêbado;
e) Eu posso explicar...
f) Vou comprar cigarro e já volto;
g) Você é a única na minha vida;
h) Você vai acreditar na sua amiga ou em mim?

Artigo 6º
Vagabundo não mente - omite.

Artigo 7º
Vagabundo não se arrepende - se diverte com o fatídico.

Artigo 8º
Nunca deixar os amigos porque sua namorada está chamando.

Artigo 9º
Mesmo se for pego em flagrante, negue tudo até ela acreditar.

Artigo 10º
Em casos de "extrema necessidade", prometa tudo a uma mulher
elas acabam cedendo.

Artigo 11°
Seja prevenido - leve camisinha até para velórios - mulheres são
geralmente frágeis e sentimentais.

Artigo 12°
Não perdoe - vingue-se.

Capítulo II - Das Considerações e Desconsiderações


Artigo 13°
Homem não tem amigas, apenas as "considera" um pouquinho mais.

Parágrafo único - A alegação de afinidades entre os dois poderá
ser usada como método de convencimento para possível
relacionamento sexual.

Artigo 14°
Considera-se incluída na contagem geral a mesma mulher
que,porventura,o vagabundo tenha ficado numa única noite.

Artigo 15°
Para o disposto nesta Lei, não se considera como mulher para você:
a) Sua mãe;
b) Mãe de seus amigos - salvo se for do tipo "coroa enxuta";
c) Sua irmã;

Parágrafo único - Prima não é parente!!!!!

Capítulo III - Das Classes e Classificações

Artigo 16°
Essa história de que bunda do Sunda não tem dono, é a mais pura mentira. Tem sim, ele só não diz quem é o cidadão.

Aceno de longe malacabado!!!!

Artigo 17°
Os cafajestes só saem com 3 (três) tipos de mulher:
a) As nacionais;
b) As estrangeiras;
c) As extraterrestres.

Capítulo IV - Das Cachaças e das Biritas

Artigo 18°
Cafajestes não tomam uma, quem toma uma é BICHA.

Artigo 19°
É vedada toda e qualquer recriminação à barriga de cerveja do cafajeste.

Artigo 20°
Tudo é licito quando se está embriagado.

Artigo 21°
Nunca deixe de beber com os outros cafajestes por causa de mulher.
(VideArtigo 8)

Capítulo V - Das Bozengas e Mocréias

Artigo 22°
Causas excludentes de anti-juridicidade.
a) Elevado grau alcoólico;
b) Ambiente favorável;
c) Bestialidade absoluta do ser;

Artigo 23°
Considera-se induzimento a erro essencial, aquele que, para
satisfazer interesses escusos, induzir amigo a agarrar
alguma dessas criaturas (bozengas ou mocréias).

Parágrafo único - O agente passivo está isento de culpa ou dolo.

Disposições finais

Artigo 24°
Vetado (VOCÊ ACHA QUE IA TER ARTIGO 24?)

Fonte: Orkut | Autor: Desconhecido

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Um dia de merda

Aeroporto Santos Dumont, 15:30. Senti um pequeno mal estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse. Mas, atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas. Afinal de contas são só uns 15 minutos de busão. “Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranqüilo”. O avião só sairia às 16:30.

Entrando no ônibus, sem sanitários, senti a primeira contração e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto. Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil, falei: “Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro”. Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda. O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo alto falante: “Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levará em torno de 1 hora, devido às obras na pista”. Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo. Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação ânus a qualquer momento. Suava em bicas.

Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro. O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado. Tentava me distrair vendo TV, mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada, mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele. E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e, ops, senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e percebi, consternado, que havia cagado. Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que dá vontade de ligar pros amigos e parentes e convidá-los a apreciar na privada. Tão perfeita obra, dava pra expor em uma bienal. Mas sem dúvida, a situação tava tensa. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de solidariedade, e confessei sério: “Cara, caguei”.

Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle. “Que se dane, me limpo no aeroporto” – pensei. “Pior que isso não fico”. Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira, mas não pude evitar e, sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda. Dessa vez, como uma pasta morna. Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças, meias e pés. E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo à liberdade. E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar, afinal de contas o que era um peidinho para quem já estava todo cagado. Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa. E me caguei pela quarta vez.

Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca, mas colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tirá-lo levou metade dos pêlos do rabo junto. Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada. Finalmente cheguei ao aeroporto e, saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas. Corri ao banheiro e, entrando de boxe em boxe, constatei a falta de papel higiênico em todos os cinco.

Olhei para para cima e blasfemei: “Agora chega, né?” Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situação (que conclui como sendo o fundo do poço) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia.

Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o “check-in” e ia correndo tentar segurar o vôo. Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. Ele tinha despachado a mala com roupas. Na mala de mão só tinha um pulôver de gola “V”. A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus.

Desesperado, comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis. Minha cueca joguei no lixo. A camisa era história. As calças estavam deploráveis e, assim como minhas meias, mudaram de cor tingidas pela merda. Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a 10. Teria que improvisar. A invenção é mãe da necessidade, então transformei uma simples privada em uma magnífica máquina de lavar. Virei a calça do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu.

Estava pronto para embarcar. Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e o pulôver gola “V”, sem camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde.

Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando “O RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO” e atravessei todo o corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria. A aeromoça se aproximou e perguntou se precisava de algo. Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi não pedir: “Nada, obrigado. Eu só queria esquecer este dia de merda!”